...e um frio de repente, tomou conta de minhas entranhas sem que eu pudesse evitar, agir contra ou defender-me apenas... tomada fui, por tamanha força física temporal - o "frio- amor" que gela o peito e nos enfraquece... nunca mais eu lembraria desta dor de amor, se provada novamente eu nunca fosse... mas não há quem consiga ir contra as resoluções do destino... é no mais remoto caminhar, que em algumas ocasiões, surgem o chão dos novos passos... e se isso acontece, efeito inteligente a natureza pretende que soframos. Mutações necessárias para um bom evoluir de alma terrena... a vida que vive-se com intensa voracidade no dia a dia traduz-se logo mais, em dias já contados, passados, vividos... e o que adianta iniciar e conduzir a linha vitalícia em certeiro alinho, se desalinhar-se de nós mesmos é o que diariamente, a própria vida noz faz?
Incoerente a vida? Malvada, bandida?
Não... a vida é professora.. que não teoriza sentimentos e não aplica métodos inovadores para aperfeiçoamento de pessoas... Aprende-se a viver vivendo.... na prática.. Viva e viva.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
domingo, 2 de dezembro de 2007
como poder viver sem parte inteira de mim mesmo?
Em épocas novas de luzinhas brilhantes,
Sinto meu peito ansiando por respostas...
Mais o tempo, me fala em entrelinhas
O que muitas vezes, eu não consigo traduzir...
Grita justamente fatos e verdades,
Que passa-se nesta minha vida carrossel...
Em cada manhã,
Em cada nova cor de azul do céu vista por mim
Nasce simultaneo desejo de compartilhar um afeto
Uma vida,
Uma xícara de café,
Um beijo de boa noite,
Um sorriso cumplice,
Um ombro fiel, forte e amigo...
Enxergo-me, frente ao perigo maldoso da solidão
Por opção,
Por opção,
Pois novamente, a mim seria traição
Privar-me do simples desejo de desejar-te, só a ti...
Só a ti, só a ti, só a ti...
E ai, como eu te desejo!!!!!!!!!!!
Sinto meu peito ansiando por respostas...
Mais o tempo, me fala em entrelinhas
O que muitas vezes, eu não consigo traduzir...
Grita justamente fatos e verdades,
Que passa-se nesta minha vida carrossel...
Em cada manhã,
Em cada nova cor de azul do céu vista por mim
Nasce simultaneo desejo de compartilhar um afeto
Uma vida,
Uma xícara de café,
Um beijo de boa noite,
Um sorriso cumplice,
Um ombro fiel, forte e amigo...
Enxergo-me, frente ao perigo maldoso da solidão
Por opção,
Por opção,
Pois novamente, a mim seria traição
Privar-me do simples desejo de desejar-te, só a ti...
Só a ti, só a ti, só a ti...
E ai, como eu te desejo!!!!!!!!!!!
Há tantos tempos já estás aqui... você bem sabias...
Existiu a um certo tempo atrás
Um lugar mágico
Onde inconscientemente eu me fiz perceber
Que lá, estava o grande enlace de minh'alma.
*
Não sei por que cargas d'água do destino,
a vida forçou-me a ir de encontro à minha própria vida
Talvez para que eu pudesse preparar-me a alma
Para só então receber-te em meu peito...
Precisava sim estar
Repleta de certezas e desejos
E indestrutível vontade de querer ver-te em mim
A cada dia novo que a vida me presenteia...
*
Mesmo sem que você saiba meu amor
Ja faço isso
Enxergo-te em mim,
Todos os dias...
Imagino-te aqui,
perto de mim...
*
Cuidados mútuos,
Desejos mútuos,
Amor correspondido,
Gratuito,
Simbiose justa e feliz...
*
De uma coisa eu sei,
Fazemos bem um ao outro,
Diariamente,
pelo simples fato de existirmos,
mesmo que de longe,
na vida um do outro..
*
E mesmo que a danada vida,
Não haja a nosso favor nunca neste ciclo que nos encontramos hoje,
Não há fatos que mudem,
Pois o amor,
Ah, o meu amor,
Ele foi, pré-estabelecido por nós,
Antes mesmo de sermos quem achamos que somos!
Um lugar mágico
Onde inconscientemente eu me fiz perceber
Que lá, estava o grande enlace de minh'alma.
*
Não sei por que cargas d'água do destino,
a vida forçou-me a ir de encontro à minha própria vida
Talvez para que eu pudesse preparar-me a alma
Para só então receber-te em meu peito...
Precisava sim estar
Repleta de certezas e desejos
E indestrutível vontade de querer ver-te em mim
A cada dia novo que a vida me presenteia...
*
Mesmo sem que você saiba meu amor
Ja faço isso
Enxergo-te em mim,
Todos os dias...
Imagino-te aqui,
perto de mim...
*
Cuidados mútuos,
Desejos mútuos,
Amor correspondido,
Gratuito,
Simbiose justa e feliz...
*
De uma coisa eu sei,
Fazemos bem um ao outro,
Diariamente,
pelo simples fato de existirmos,
mesmo que de longe,
na vida um do outro..
*
E mesmo que a danada vida,
Não haja a nosso favor nunca neste ciclo que nos encontramos hoje,
Não há fatos que mudem,
Pois o amor,
Ah, o meu amor,
Ele foi, pré-estabelecido por nós,
Antes mesmo de sermos quem achamos que somos!
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indescência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita o mal. Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo ESPERA, tudo suporta.
O AMOR NUNCA FALHA
O AMOR NUNCA FALHA
terça-feira, 13 de novembro de 2007
O que posso dizer de mim?
Do que sinto e enxergo como tôla
É que fui linda e transparente
Como criança pura
Como cristal translucido
O que me eleva
Te encolhe
O que me enobrece
Te empobrece
Como então caminharmos juntos?
Se a diferença entre nós é gritante?
Como ser imperfeito
Sinto-me aluna da vida
Vivo aceitando seus propositos e ensinamentos
E acreditando em fatos sem sentidos...
Pois sim,
Não existem tais fatos sem sentidos...
Sem sentido parece apenas pelos olhos de quem não enxerga!!
A minha vida
é uma poderosa e honrosa escola
e preciso, quase que de imediato
tolerar-me mesmo sentindo nojo de mim por ter cedido a ti...
impiedosamente,
tornou-se carrasco de sentimentos nobres...
maldosamente,
tentou iludir-me a alma...
mais querias tu
que desprotegida pelos céus eu fosse
o meu escudo refletor
reflete-me em vocÊ
sente?
sente minha luz?
ofusca-se?
não.. não te ofusco..
sabes por que?
por que fosco és por natureza
e antes de emitir brilho algum
polido terás que ser...
quando?
em uma outra vida, talvez...
Portanto...................................
Até outra vida caro amigo!
Do que sinto e enxergo como tôla
É que fui linda e transparente
Como criança pura
Como cristal translucido
O que me eleva
Te encolhe
O que me enobrece
Te empobrece
Como então caminharmos juntos?
Se a diferença entre nós é gritante?
Como ser imperfeito
Sinto-me aluna da vida
Vivo aceitando seus propositos e ensinamentos
E acreditando em fatos sem sentidos...
Pois sim,
Não existem tais fatos sem sentidos...
Sem sentido parece apenas pelos olhos de quem não enxerga!!
A minha vida
é uma poderosa e honrosa escola
e preciso, quase que de imediato
tolerar-me mesmo sentindo nojo de mim por ter cedido a ti...
impiedosamente,
tornou-se carrasco de sentimentos nobres...
maldosamente,
tentou iludir-me a alma...
mais querias tu
que desprotegida pelos céus eu fosse
o meu escudo refletor
reflete-me em vocÊ
sente?
sente minha luz?
ofusca-se?
não.. não te ofusco..
sabes por que?
por que fosco és por natureza
e antes de emitir brilho algum
polido terás que ser...
quando?
em uma outra vida, talvez...
Portanto...................................
Até outra vida caro amigo!
domingo, 4 de novembro de 2007
Volte amiga Esperança...
Era uma vez, uma menina que vivia perto do mar.. Amava o sol e os ciclos da vida e também de ir à praia caminhar... Em uma de suas andanças, conheceu uma tal de Esperança, e por ela se pôs a encantar... Sentaram na areia e montinhos construíram... A felicidade da menina era bonita de se ver, do prazer de certamente a Esperança conhecer... Mal sabia a menina, das torturas desta vida e da natureza que amava que era sábia e ensinava... De repente sobre os seus olhos, uma onda grande se aproximava, e todo o seu trabalho, ela de leve arrastava... A amiga Esperança de água não suportava, pois lavava as luzinhas que a sua íris emanava... Ela olhou assustada, e então compreendeu, nesse ciclo da vida outro elo se rompeu... A Esperança minha amiga, pelo céu desapareceu...
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Faz de Mim um Passarinho da Próxima vez?
Acho que levarei você através do infinito dos meus dias...
Até o momento em que lentamente,
A morte tomar-me em teus negros braços,
E embalar-me, feito criança,
Cantando uma bela canção de ninar próxima a minha face,
Com seu hálito frio e pútrido,
Que a muitos atormenta e que a muitos amedronta...
*
Oh amiga morte...
Demorarás quanto tempo até nosso sublime encontro?
Pois sim, esta esperada dor livrar-me-á de tamanha tormenta...
Que tristeza viver a caminhar por entre ruas escuras e despenhadeiros,
Tropeçando por entre pedras,
Endurecendo os pés, enrijecendo a alma,
Já tão castigados, outrora, pela incansável quimera da vida...
*
Bendito os que o hálito pútrido da morte beijou,
Enlaçando-se em seu cobertor fosco,
Que retirará dos meus olhos o brilho da luz...
Que transbordará sobre mim o algor do peito meu...
Que sugará o rubor de minha boca...
Que me transformará de novo em ciclo...
*
Ciclos em cadência...
E depois de minha partida,
Para a Terra da minha então amiga morte,
Recebo novamente bilhetes de sorte,
Mandando-me de volta para casa,
De novo, para o maravilhoso caos da vida...
*
O ar inspirado de volta pelo criador,
Regenera-me em um ser íntegro novamente...
Amigo Criador...
Não me faz tão gente, de novo assim...
Deixa-me sentir a vida irracionalmente...
Aceitando os bons ventos e os bons frutos,
Que condicionar-me-a a perceber na natureza...
*
Criaste-me sob sua semelhança,
Fui ferida, fui sofrida...
Fez de mim fruto perfeito de sua criação,
Desvalorizada, subestimada..
*
Faz-me então passarinho da próxima vez,
Para que eu não pouse sequer próximo ao meu amor,
Para que eu viva sempre, a inverter-me em caminhos longínquos,
Longe de toda a tristeza e pesar de ser gente pensante.
Até o momento em que lentamente,
A morte tomar-me em teus negros braços,
E embalar-me, feito criança,
Cantando uma bela canção de ninar próxima a minha face,
Com seu hálito frio e pútrido,
Que a muitos atormenta e que a muitos amedronta...
*
Oh amiga morte...
Demorarás quanto tempo até nosso sublime encontro?
Pois sim, esta esperada dor livrar-me-á de tamanha tormenta...
Que tristeza viver a caminhar por entre ruas escuras e despenhadeiros,
Tropeçando por entre pedras,
Endurecendo os pés, enrijecendo a alma,
Já tão castigados, outrora, pela incansável quimera da vida...
*
Bendito os que o hálito pútrido da morte beijou,
Enlaçando-se em seu cobertor fosco,
Que retirará dos meus olhos o brilho da luz...
Que transbordará sobre mim o algor do peito meu...
Que sugará o rubor de minha boca...
Que me transformará de novo em ciclo...
*
Ciclos em cadência...
E depois de minha partida,
Para a Terra da minha então amiga morte,
Recebo novamente bilhetes de sorte,
Mandando-me de volta para casa,
De novo, para o maravilhoso caos da vida...
*
O ar inspirado de volta pelo criador,
Regenera-me em um ser íntegro novamente...
Amigo Criador...
Não me faz tão gente, de novo assim...
Deixa-me sentir a vida irracionalmente...
Aceitando os bons ventos e os bons frutos,
Que condicionar-me-a a perceber na natureza...
*
Criaste-me sob sua semelhança,
Fui ferida, fui sofrida...
Fez de mim fruto perfeito de sua criação,
Desvalorizada, subestimada..
*
Faz-me então passarinho da próxima vez,
Para que eu não pouse sequer próximo ao meu amor,
Para que eu viva sempre, a inverter-me em caminhos longínquos,
Longe de toda a tristeza e pesar de ser gente pensante.
Assinar:
Postagens (Atom)